quinta-feira, 2 de março de 2006

Sumo

Enquanto vagueava no mundo virtual decidi dar um salto até à Blogosfera e deixar mais uma pincelada do mundo visto por je.
O tema da noite será o sumo, não o natural de laranja à venda em qualquer estabelecimento com laranjas a apodrecer…
Não, o sumo de hoje é outro, um com muita mais polpa, muita mais mesmo.
Este sumo baseia-se nos empurrões mútuos de dois rikishi num dohyō a ver quem cai primeiro (disse-me a wiki).
O importante a reter deste sumo não é o facto de ter uma história centenária ou de ser envolto em grande espiritualismo e os seus campeões até há bem pouco tempo serem considerados praticamente “semideuses”.
Não, o que de facto é importante reter é que estes “rebuliços” sobem para uma arena para dar uns “chega-pra-lá” e como se isso não basta-se fazem tudo isto apenas com umas fraldas, e para chatear ainda mais estes tipos borram-se todos, é verdade, as fraldas acabam sempre com manchas castanhas (será terra da arena ou será algo mais?).
Vamos ver mais de perto esta situação (mas não demasiado porque eu já vi o público a “apanhar” com um destes rebuliços que chegam a pesar 250Kg, o que deve ser mais coisa menos quilo o mesmo que levar com meia Simara em cima).
Estes nacos de carne ambulantes comem que se fartam para competirem, é um daqueles casos típicos em que o tamanho importa, sendo que a sua dieta vai contra praticamente tudo o que está estabelecido acerca da alimentação desportiva.
Outra cena é que no sumo a hierarquia é que manda e ai de quem não a respeitar. Basicamente os Rikishi juniores são as donas de casa e tal, os sekitori (rebuliços dos dois escalões superiores) são os homens que só lutam e nem para coçar os tomates se mexem, ai já entram os juniores para emprestar uma unhaca ou duas.
Esta cena Ada hierarquia é lixada, tipo um gajo quer dar uma cagada mas é júnior e como tal fica para último e se tiver uns três sekitori à frente nem no outro dia alivia a tripa (três gajos a cagar trinta quilos de arroz a uma velocidade média de quinhentas gramas por dez minutos é coisa para demorar tempo demais, e talvez seja por isso que aquela malta anda toda de fraldas?? È que é bem capaz de ser isso…).
Já nem falo de tomar banho, se um tipo demora uns dez minutos à FCP para desencrustar, meia hora quando vai para um encontro e só tem um metro e setenta por sessenta para lavar imaginem agora os mesmos metro e setenta por três camiões lado a lado com um porta aviões metido ao barulho.
Felizmente ou não, eles nunca tomam banho com o intuito de sair num encontro já que os juniores vivem nuns dormitórios comuns o que como é possível imaginar cria muita tensão sexual que é transferida para as sinapses cerebrais que como não foram feitas para aguentar tanto rebentam e depois um tipo gagueja e baba-se todo na presença de uma miúda e basicamente só diz merda. E depois claro, mais uma noite solitária na companhia de mais vinte solitários.
Outra cena que me preocupa é que os Rikishi devem deixar crescer o cabelo, usar vestidos de mulher (yukata) e sandálias de madeira (geta), sendo que Sekitori usam vestidos de seda e tranças bastante elaboradas (o verdadeiro metrossexual rechonchudo), a cena do lacinho no vestido é impagável…
Um ponto a favor deste rebuliços é que a mulher do Yokozuna (o Gordo dos gordos) é sempre uma brasa, algo que me intriga é que sendo elas tão magras e eles tão ELES como é que e tal… côizu!!
Algo que me parece injusto é que estes tipos passam um ano a enfardar arroz como se não houvesse amanhã e chegando ao torneio podem perder todo numa questão de segundos.
O mesmo se aplica aos fãs, está um tipo de olhos em bico na bancada pintado com as cores do seu lutador, segurando um cartaz de incentivo do género “já comeste gajos maiores que esse ao pequeno-almoço, literalmente falando” e ao primeiro “arranca-lhe a cabeça” que este baixote grita já o combate acabou (basta um tipo tocar no solo com algo mais que a planta dos pés ou sair da arena).
Outro ideia que me preocupa é se estes rikishi se lembram de trocar equipamentos no final do combate, uma troca de fraldas falando mais correctamente, bem, isso sim seria algo para esvaziar um estádio em menos de dois minutos.
Ficam desde já a saber que os rankings dos lutadores mudam a cada dois meses o que significa que as dietas podem sair caro e ir ao cinema mais do que uma vez por década é arriscado.
Muito mais há a dizer sobre estes camiões TIR que untam o corpo com vaselina para escorregarem melhor ou isso.
Mas por agora é tudo daqui a pouco já não será nada, fiquem bem, fiquem como poderem.
Hasta meu bom povo, lembrem-se “Bêr” os dois lados da rua antes de atravessar porque senão ainda tropeçam na galinha e acabam esmagados por um tractor agricula.

My sound:
Coldplay – fix you

Prá mãe, pró pai, pró irmão e pró velho do cão…

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2006

O olho do cu...

Mais um dia neste mundo redondo mais um post nesta net disforme.
Hoje o tema é algo que já envolveu muita merda.. sim, esse ser desprezado que é o esfíncter anal..
Iniciarei a minha dissertação sobre o poder do esfíncter mais tarde, para já, para já abordaremos um dos nomes a que lhe associam… “olho do cu”, sim, esse mesmo.
Tenho andado a pensar nisso, tanto que no outro dia distraí-me e limpei o buraco do cu estrumando os tomates (tomates?.. Tema a ser abordado posteriormente).
Ora bem, se o buraco do cu é um olho então deveria de ver certo? A não ser que fosse como o olho de Camões, e atenção que não estou a falar do que tem uma pala a tapar, não.. estou a falar mesmo do outro, que se visse um caralho não teria perdido o irmão em Ceuta.
Além que se o esfíncter é um olho onde está a íris, e pior, será que os CUelhos são pestanas dispersas?!
Se considerar-mos que o esfíncter anal é um olho então eu sempre que vou ao oftalmologista devo baixar as calças e tossir?
Assim de repente lembrei-me de escrever para a “Ray Ban” a dizer que grande ideia, mas mesmo grande, era construírem uma gama completa de monóculos de sol para o olho, com “Brise toque & fresh” incluído.
Não vou abordar aspectos mais repugnantes como o choro do olho do cu, por acaso até vou, penso que será muito provavelmente o que um primo meu sentiu à uns anos aquando de uma intoxicação alimentar, transcrevendo as suas palavras, “epá, só cagava água”.
E já agora, porque é que alguns chamam ao esfíncter “o buraquinho do cu”, buraquinho? Acreditem em mim quando digo que já vi alguns por onde passavam dois autocarros escolares lado a lado sem riscar as bordas.
Isto de falar do olho já está a meter nojo como tal vou falar dos poderes terapêuticos do esfíncter (para quem não sabe, eu tenho um outro primo que adora a palavra esfíncter, eu sou mais gajo de herpes vaginal mas esfíncter não é má escolha).
Poderes terapêuticos? pergunta aquela voz indistinta do fundo do meu cérebro.
Sim, ora querem provas, eu dou, eu dou… Os cães, sim esses animais de quatro patas tirando os são Bernardos que aparentam ter cinco, eles são a prova como o esfíncter tem poderes ocultos, outra bem, todos sabem que os cães tem alta tara por esfíncteres alheios, por isso é que andam sempre a cheirar o cu uns aos.. (o leitor inculto não sabe mas a escrita deste post acabou de ter uma pausa porque a minha mãe apareceu com um copo de leite e uma “sandes” de queijo para eu morfar, como é obvio eu estou a ouvir música uns decibéis acima do recomendado e só dei por ela quando me estendeu o pãozito, és grande mãe, és grande)… tal como estava a dizer, os cães andam sempre a cheirar o cu uns dos outros e das três vezes que fui ao centro de saúde este ano (sempre por causa de uma amigdalite) não vi lá nenhum, aliás, eles nem lá podem entrar porque são tão saudáveis que podiam meter inveja aos doentes e estes iniciarem um motim ou uma jogatana ilegal de póquer usando sacos de soro como fichas.
Outra amostra destes poderes especiais e já no campo dos super poderes, é que um bom esfíncter consegue esvazias uma sala ou um autocarro de pequenas dimensões numa questão de segundos, acreditem no que falo, é vero, é vero…
Abordando uma das funções do esfíncter, como um quarentão solteiro aborda uma “menina de rua” às duas da manhã, a lógica diz-me que as pessoas com um esfíncter muito activo são geralmente mais inteligentes, porque? Muito simples, o esfíncter ajuda a expulsar muita merda do corpo impedindo que esta suba pelo esófago, evitando assim um tipo de dizer tanta merda, daqui é possível retirar uma ilação importantíssima, quando um gajo vai para um primeiro encontro deve dar uma valente cagada antes para evitar dizer tanta merda e até, quem sabe, para parecer mais magro e tal.
Só para verem a dimensão do esfíncter anal (não estou a falar em termos de tamanho pois se assim fosse a industria porno teria um “hall of fame” neste post), ele é tão importante mas tão importante que tem uns milhentos de empregados espalhados pelo corpo, estes esfíncteres pré-capilares são uns tipos engraçados e bem comportados de dimensões reduzidas que em vez de regularem a merda em si regulam algo muito mais nojento, o sangue.
Apoisé, com tudo o que comemos hoje em dia o sangue já passou de vermelho a verde vómito, adquiriu uma consistência ranhósitica e emana um cheiro pútrido a Macdonalds.
Este tema do esfíncter podia continuar tipo pilha duracell mas eu não uso dessas e como tal já estou cansado, o esfíncter anal será fechado por agora e reaberto sempre que necessário.
Espero que este post vos tenha “aberto” o apetite e que a comida vos saiba como se tivessem acabado de vomitar… Mas não se preocupem, nada como uma Super Bock para empurrar…
Hasta meu bom povo, inde cagar que eu já fui.

My sound:
Staind - epiphany

Prá mãe, pró pai, pró irmão e pró velho do cão…

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2006

Piolhos e piolhadas

Mais um dia mais umas palavras soltas vindas do fundo do meu cérebro, hoje temos como prato especial umas pataniscas acompanhados por bom vinho ou cerveja.
Ando a pensar ultimamente no rumo que a minha vida tem tomado, não que este se tenha alterado ou isso mas certas coisas aparentam estar diferentes, como por exemplo? Pergunta um homem gordo enquanto abocanha mais um BigMac.
Como a maneira que eu agora uso para ver certas coisas respondo eu com um ar de quem sabe do que fala.
Falando mais a sério, desde há uns tempos adoptei não um cachorrito mas sim uma nova filosofia de vida, pois, sinto-me um bocado cansado e como tal a minha nova máxima é o que tiver de acontecer acontecerá, simples e barato, melhor filosofia de cagadeira não há.
Eu sei que para certas e determinadas coisas acontecerem é preciso criar algumas oportunidades, mas como para já estou numa de introspecção e não me apetece esforçar para nada vou deixar que os próximos meses se auto-conduzam, do género, “camarão que dorme a onda leva”, eu vou ser esse camarão ensonado (até porque ando com falta de tempo até para dormir), deixando assim que a onda me leve aonde eu tiver de ir…
Mas se este Post fosse para falar de mim não valeria a pena escreve-lo, como tal está na hora de aprofundar um qualquer tema, retirando das prateleiras poeirentas do meu pensamento um rascunho velho vejo que este fala sobre… gajas com falta de sex-appeal!
Ora bem, arriscando-me a tocar em alguns nervos e provocar uma invasão militar a um qualquer país do médio oriente vou entrar neste tema pela calada, de pantufas e tal.
No outro dia passou por mim uma gorda vestida há “bgirl” (são aquelas raparigas que dançam hip-hop embora duvido que esta o fizesse), como estava a dizer, passa por mim esta “reboliça” com um gorro de pala para o lado, um casaco com os pelos de algum cão no capucho, umas calças largas roubadas na tropa e um leitor de música portátil que com sorte, mas muita sorte tinha o os D’zrt a tocar…
Bem, a miúda devia de estar com alguma pressa, estava a dirigir-se ao Mcdonalds e se calhar receava que os hambúrgueres acabassem e ela tivesse de fazer uma dieta forçada durante dois minutos (tempo necessário para chegar à casa das sandes).
O caminhar desta miúda era tão arrapasado, mas tão arrapasado que só faltava escarrar para o chão e coçar a ausente tomatada.
Mas mais exemplos afloram ao meu pensamento, uma tipa com quase dois metros que vi no outro dia na faculdade (ela se calhar só tinha um metro e oitenta mas como eu sou muito baixo todos me parecem ter dois metros), bem esta tipa tinha uma expressão de zangada congelada na face, tipo como se tivesse posto Botox durante uma disputa pelo última “Telenovelas” à venda num qualquer quiosque.
A sério, lembro-me de ter dito que numa escala de zero a vinte em termos de “sexo-a-pilhas” eu dava-lhe menos sete.
Mudando de tema mais rapidamente que o Cristiano Ronaldo de direcção vou falar sobre aquelas pessoas que saem de casa uma vez por mês e mesmo assim não tomam banho.
Será pedir muito que já que vão abandonar o covil passem o corpito disforme por água, é que o meu nariz não gosta de cheirar a merda dos outros.
No outro dia enquanto trabalhava tive de atender duas mesas (não as mesas em si mas a famelga que lá se sentou, só para esclarecer), mal os vi a entrar comecei a estereotipar, eu sei que isso é errado e tal mas não o pude evitar, não sei porquê mas presumi desde logo que uns três ou quatro indivíduos deviam de ter piolhos e derivados..
Resultado, fiquei cheio de comichão tal como estou a ficar agora que estou a escrever isto, efeitos secundários de ter tido piolhos verão sim verão sim até aos meus onze ou doze anos..
Bem, atender aquelas duas mesas foi complicado porque comecei a stressar coma situação e enquanto o meu boss se ria eu lá me coçava, no fim foram todos embora e tal e eu fiquei a limpar a merda que fizeram, passado uns quinze minutos o mais barbudo voltou para reclamar de um suposto erro que a conta tinha, ele pelos vistos com a ajuda de mais dois tinha feito as contas em casa e o valor não batia certo, passando a explicar, o homem pegou nos valores somados pela máquina, sim, pela máquina de registar e somou-os ele, e o que dantes dava cerca de cinquenta euros agora segundo ele já ascendia a qualquer coisa como isto "402,561", quatrocentos euros mais três casas decimais… aposto que vintes a matemática não deviam de faltar no seu currículo, estou mesmo a ver, ele e os outros dois deviam de dar um Q.I. total de quarenta e três.
Bem, o assunto ficou resolvido e o homem para desbaralhar a cabeça que já tinha dado um nó, pediu uma “fresquinha” e bota abaixo que já se faz tarde.
Bem, a comichão lá passou e os clientes lá se foram embora, arrumei e fui dormir, um novo dia na faculdade já espreitava.
Bem por agora é tudo, mais haverá se assim se suceder.
Hasta meu bom povo, esperem pela próxima actualização mas não sustenham a respiração enquanto o fazem..

My sound:
Nach Scratch & Shuga Wuga - amor libre

Prá mãe, pró pai, pró irmão e pró velho do cão…

terça-feira, 31 de janeiro de 2006

Conversadores alheios...

Nada como outro Post para manter isto em movimento.
Aproveito o último dia do primeiro mês de 2006 para elevar a contagem de Post mensais para uns incríveis e pouco credíveis… quatro!!!
Tema do dia, embora na verdade o dia ainda esteja a começar e tal (para os curiosos e para todos os outros estou a escrever este directamente da faculdade).
Continuando, o tema do dia é as pessoas que metem conversa em qualquer lado com qualquer pessoa que encontrem.
Eu tenho de admitir, e quem me conhece já o sabe há muito tempo, que sou bastante anti-social, e como tal as pessoas que falam com estranhos com uma facilidade tremenda fazem-me confusão.
É velos na paragem do autocarro a falar do sobrinho que acabou o décimo segundo ano à terceira vez, é velos na “camunete” a falar das hemorróides que não dão descanso, e merdas deste tipo.
Eu tento imaginar o que leva estas pessoas a pensar que um desconhecido qualquer está sequer interessado em saber o seu nome quanto mais a história da sua vida.
À e tal, o que estas pessoas precisam é de falar dizem os mais elucidados, a vida às vezes vai mal ou vivem sozinhos e falar ajuda e tal…
Pois é, mas sempre podem optar por outras soluções como por exemplo, (esta foi sugerida por um primo meu), pegar no telefone e começar uma massagem ao ego, como? Fácil, basta dizer cenas do género quem é o melhor do mundo ou o mais bonito ou isso e esperar pela resposta sempre presente do telefone, “tu..tu..tu..tu..tu..tu..tu..”, qual espelho da bruxa na branca de neve qual quê, o telefone é que é.
Outra terapia é beber até achar que a Lili Caneças é bonita ou que a Simara nem é assim tão gorda, porquê? Ora então, ao atingir esse estado é virtualmente possível ter diálogos mesmo na completa solidão, com divergência de opiniões e tudo, e se isso não estiver a resultar também não há problema porque uma rápida soneca na valeta já estará a caminho.
Vou tentar analisar estas pessoas, ora bom… indivíduos com mais de trinta anos, provenientes de educações camponesas, que consomem uma dose tóxica de telenovelas e adoram ir para um café qualquer passar três horas a ouvir conversas alheias, para todos os temas têm sempre um familiar “que já passou por isso”, da toxicodependência à transsexualidade, isto no caso das mulheres.
Os homens geralmente já ultrapassaram a fasquia dos sessenta, julgam-se todos treinadores de bancada e infelizmente já não podem abusar tanto na pinga porque “o doutor assim o disse”, gostam sempre de comparar o agora com o “dantes”, e embora a ditadura imperasse e não se pudesse ter uma conversa na rua com mais de quatro pessoas, “dantes” era sempre melhor do que agora, mesmo que agora já possa tomar um café com cheirinho todos os dias e “dantes” apenas podia beber um bagacito quando havia festa na terrinha.
Isto de falar com estranhos atinge o nível do ridículo quando estão dois amigos a falar e a meio da conversa surge uma opinião de um perfeito desconhecido sem que tal tenha sido pedido, ambos os amigos olham para tal pessoa, acenam com a cabeça e lancem um sorriso forçado, resumindo a conversa continuam até que passados dois minutos já outra opinião perfeitamente escusada surge de modo furtivo na conversa, e prontos, a partir daqui já se sabe, este desconhecido já pensa que é mais um amigo e uma conversa pessoal a dois passa a debate público a três ou mais num dia de sorte…
Existe mais um pormenor interessante nestas pessoas, elas geralmente, e embora estejam a falar apenas para uma pessoa, elevam o tom de voz até que ninguém num raio de quinhentos metros quadrados consiga ficar indiferente à conversa.
Cena típica, velha a falar com novo sobre a vida da forma mais entusiástica possível ao que o novo responde mecanicamente com uns “ahem ahem” e “pois pois”, geralmente a conversa acaba com este a correr para longe com a desculpa que está atrasado para um exame à próstata…
Para terminar este tema vou aqui falar duma conversa que ouvi na “camunete" à já bastante tempo (para os “iluminados” que estão a pensar qualquer coisa do tipo, “pois, tu também curtes ouvir as conversas dos outros”, admito que sou curioso mas este não é o caso porque embora a conversa estivesse a decorrer nos bancos de trás até o motorista devia conseguir ouvir-la).
Foi qualquer coisa assim, uma mulher com os seus quarenta anos diz com uma voz bastante orgulhosa, “olhe um sobrinho meu conseguiu acabar o nono ano e agora é chefe (ou uma cena assim) numa fábrica” ao que o velho respondo, com um aumento de decibéis notório na sua voz “Ai sim, então diga-me lá se eu não tenho uns netos que são um espectáculo, um acabou a faculdade de engenharia e é engenheiro (num sitio qualquer), o outro já acabou o curso e está a dar aulas…” (no caralho mais velho e se não estou em erro um dos dois estava a tirar uma segunda licenciatura), talvez tenha sido só impressão minha mas a diferença de nível entre os objectivos alcançados era tão grande que a mulherzinha deve ter pensado que calada era uma casa cheia, não sei o que teve mais piada, a resposta do sexagenário ou este elevar a voz para todos ouvirem, seja como for um sorriso desenhou-se na minha cara…
Bem, mais uma vez a minha visão demasiado crítica da sociedade revela as minhas escassas capacidades interpessoais, isso ou eu estou apenas a exagerar o quotidiano e ver a vida numa perspectiva mais cómica na tentativa de ultrapassar todos os males que esta acarreta, ou até quem sabe, o Bush é descendente directo dos macacos…
Hasta meu bom povo, eu até que mandava um abraço para todos mas os meus braços não são assim tão compridos, uma dica acerca de cerveja, a nova Abadia da SB não é grande coisa a meu ver, mas a cena de lançarem uma “Abadia” (leia-se “A bádia”, com pronuncia do norte incluída cum catano) para concorrerem com a Bohemia foi bem jogado, mais três pontos para as gentes de Leça do Balio…

My sound:
Placebo – five years (cover rara duma música do David Bowie)

Prá mãe, pró pai, pró irmão e pró velho do cão…

sexta-feira, 27 de janeiro de 2006

"Camunete" again...

Mais um dia mais um nascer do sol, e assim de repente, mais um Post também…
Numa tentativa infrutífera de tentar compensar a ausência deste que subscreve neste descerebrado Blog mando mais um Post como o Governo faz com os impostos, rapidamente e sem pensar muito nisso.
Hoje o tema de partida pode ser as viagens de “camunete”, já aqui falei nelas mas agora vou tentar aprofundar um bocado este tema, aprofundar uns cinco seis metros.
Não há nada como viajar nos transportes públicos, é verdade, só para abrir o apetite aquele cheiro característico a bacalhau podre que emana da parte frontal do autocarro (mais propriamente dos “entrefolhos” das mulherezinhas com mais de sessenta anos), isso sim, o verdadeiro aroma português, nada de anormal num país de antigos exploradores marítimos, com sorte estas mulheres trazem mesmo o bacalhau a secar no meio das sete saias.
Mas isto até se resolve rapidamente, uma curta viagem até à parte de trás da camioneta e a abertura de três ou quatro janelas deve resolver o assunto.
Claro que uma viagem de autocarro tem muito mais que se lhe diga.. o bêbado, aquele tipo que depois de entornar três ou quatro copos no chão decide que os vinte que já bebeu são suficientes e apanha a “camunete” para regressar à tasca da sua zona. Este sim, este homem pequeno e barbudo funciona como o sistema de som que o agarrado do dono das camionetas nunca quis comprar, lá está ele, no meio da camioneta para que a sua voz chegue claramente a todos os centímetros da camioneta (e mais alguns metros para o seu exterior), sozinho sobrepõem a sua voz a todos os outros ruídos e começa a desenrolar metade dos seus problemas, às vezes fala directamente para alguém, outras para todos mas geralmente não fala nada e apenas imite grunhidos..
Não se passa nada, estou na minha, ou melhor falando, no banco de trás do autocarro e o leitor de mp3 vai resolvendo o assunto da melhor maneira possível.
Quando um tipo pensa que a situação até nem é assim tão má repara que a camioneta não se move há dez minutos, a fila é comprida e o atraso ainda maior, porra, esta merda é sempre igual…
De repente, vindo do nada, a “camunete” pende para a direita e entra um mamute de cento e cinquenta quilos pelo autocarro a dentro, espremendo-se pela fila de cadeiras ultrapassa uma louraça de vinte e três anos com uma cotovelada seca e apanha o último lugar disponível, como seria de esperar é o nosso, azar dos azares é que escolhemos o lugar da janela e como é obvio virámos pega monstros num instante, lá seguimos viagem, com a cara colada ao vidro e os tomates esmagados devido às pernas estarem desumanamente demasiado juntas, os joelhos até já pensam que são gémeos siameses e as unhacas dos pés já não sabem a que sapatilha pertencem.
A viagem prossegue com o som do “alegre” no meio da “camunete”, o hipopótamo a espalmar-nos e a lembrar como é a lota de Matosinhos com a chegada de peixe fresco (fresco de à três meses).
Para melhorar a situação a bateria do leitor de mp3 o que começa a “mexer” com um gajo, o calor começa a aumentar dentro da “camunete” devido ao ar rarefeito que não se pode renovar já que lá fora está frio e a camunete parece uma lata de sardinhas (cheiro e tudo).
Depois de uma tentativa vã de relaxar chega a nossa vez de sair, “até que enfim” é um pensamento que nos percorre a cabeça, ao levantarmo-nos deparamos com uma batuneira empancada no banco que precisa de uma grua para ser levantada, nada de stress, dois empurrões bem dados e o caso fica resolvido, como já seria de esperar o corredor está apinhado de poveco e como não sou o homem aranha para andar pelo tecto tento espremer-me até à porta, claro que fico pela tentativa, passo a minha paragem e mais outra até conseguir sair, olho para o céu com cara de poucos amigos e faço-me ao meu caminho, sozinho? Nada disso, a chuva decidiu acompanhar-me e lá vamos nós, a partilhar pensamentos e tal…
Claro que nem tudo é mau nos transportes públicos, é sempre possível conhecer novas pessoas… claro que o mais provável é essas novas pessoas não valerem a pena serem conhecidas, mas isso é outra história e isto é o fim do Post.
Hasta para todos, vou dormir e pensar num tema melhor para um próximo Post, abraços e muitos palhaços…

My sound:
Limp Bizkit – the surrender

Prá mãe, pró pai, pró irmão e pró velho do cão…

quarta-feira, 25 de janeiro de 2006

Mulheres de mão dada...

Na tentativa vã de compensar o tempo perdido este que vos subscreve lança mais um Post para a Blogosfera…
Este Post terá como tema, e a sugestão do grande grande “Homem da batata frita”, a mania das miúdas (dos oito aos oitenta) de andarem de mão dada, mas o que é isto pergunto eu…
Começando por algum lado, escolho começar pelo esquerdo, uma teoria minha é que o género feminino anda de mãos dadas porque, estando o seu cérebro tão entretido a pensar em compras ou se a tanga está no sítio correcto ou se escorregou para a bochecha esquerda, não é possível este encontrar espaço para processar as funções básicas como respirar (por vezes este problema devesse aos “underbras” demasiado apertados) ou equilibrarem-se, como tal, agarram uma camarada e cada uma pende para o seu lado dando um equilíbrio dinâmico bastante estável, equilíbrio este apenas ameaçado pelas danadas das montras que levam a que ambas pendam para o mesmo lado ao mesmo tempo… e é assim que aparecem marcas de dedos nos vidros… e narizes, e testas, e lábios…
Outra razão que leva as “fêmeas” a incitar tal comportamento pode dever-se à má circulação, sim, má circulação, e para evitarem entrar em hipotermia dão as mãos para aquecer estas, agora uma mente mais iluminada diria que se elas só dão uma a outra vai congelar, pois é, pois é, ó palerma, deixa de ser ignóbil, é obvio que elas só dão uma das mãos porque a outra é necessária para segurar a saca das compras, ou tu eras capaz de arrastar uns sapatos “guchi” ou uma malinha “prada” aos pontapés?...
Outra razão poderá deter-se com questões do aparelho excretor, é verdade.. Todos sabem que as mulheres são incapazes de ir à casa de banho sozinhas, e numa emergência podem não ter ninguém com quem ir e depois, depois é assim que aparecem tantas fotos de mulheres todas mijadas na net. Solução? Ter sempre uma camarada ao lado, numa relação de simbiose perfeita…
Claro que as questões sexuais também podem contribuir para esta dependência por parte das mulheres de mãos não calejadas e com as unhas perfeitamente arranjadas, explicando melhor… Imaginem uma mulher “80-60-80” (os homens podem aumentar o primeiro numero à descrição), se ela tiver uma carinha gira (mesmo sendo feia já é o que é) decerto não faltará “animais” a dar em cima, para evitar tal incómodo nada como arranjar uma amiga (de preferência feia e gorda) para afastar os predadores, e para os mais persistentes a velha desculpa de serem lésbicas nunca fica desactualizada…
Numa visão mais elaborada e a sério que isto me está a passar pela cabeça, eu penso que todas as mulheres querem ser dançarinas de sapateado (ou sapateadoras ou uma merda assim), até parece que as estou a ver, com saias e camisolas verdes, sapatos castanhos e peruca ruiva de mão dada a treinar para as audições de “Riverdance”… lindo, ou não!
Para aqueles que gostam de estar sempre informados de notícias absolutamente desnecessárias e como tal vêm o telejornal da TVI e folheiam o “24 Horas” informo que depois de escrever o último paragrafo fui à confeitaria buscar um queque (pois pressenti que o meu cérebro estava a funcionar com níveis perigosamente baixos de glicogénio) e informo também que durante esses dois minutos o meu cão aproveitou o facto de eu ter pousado o “robe” no sofá para construir um ninho com este no chão, obrigado cão.. o que eu estava mesmo a precisar era de algum pêlo de cão na roupa.
Voltando ao tema das mãos dadas deparo-me com um bloqueio mental, é verdade não tenho muito mais a dizer, mas talvez a verdadeira questão não seja porque é que elas dão as mãos, talvez a verdadeira questão seja de onde é que vem o fiambre de perna extra? Deixo-vos com este pensamento…
Hasta meu bom povo, vou comer uma sandocha porque o queque soube a pouco, depois claro… “Tou gordo nas costas”!

My sound:
P.O.D. – thinking about forever

Prá mãe, pró pai, pró irmão e pró velho do cão que anda com uma Otite (não, não é uma cadela, é mesmo um problema de ouvidos)

terça-feira, 24 de janeiro de 2006

The comeback...

O rumor já corria livremente pelos subúrbios da cidade, como uma doença contagiosa passava de pessoa para pessoa, seria verdade o que corria à boca cheia, seria verdade o que as provas indicavam, o Blog finalmente tinha sido encerrado?...
A ausência de Post’s já se fazia notar à mais de mês e meio, no ano anterior a vontade de encerrar o Blog tinha sido demonstrada mas não cumprida, poderia ser que desta vez a vontade tivesse tornado realidade?...
Este Post é a prova que não, voltando à carga com as baterias recarregadas e a loucura a atingir níveis épicos a prosa volta à ponta destes dedos calejados por outras aventuras, ou não…
Muito aconteceu desde a última actualização deste Blog mas desse muito pouco será falado, porquê?
Porque quem manda aqui sou eu e foi isso que eu decidi (não à nada que bata uma boa desculpa…)
Começo por informar que de momento estou a sofrer de uma amigdalite, o que não me preocupa já que à duas semanas sofri do mesmo... É sempre bom ver velhos amigos retornar… Agora ando com uma medicação mais forte e em vez de quatro comprimidos por dia tomo meia dúzia para as contas serem mais bonitas…
Devo também dizer que este Post era para ter sido escrito às duas da manhã mas depois decidi que isso poderia ser má ideia e preferi ver uns vídeos para me rir um bocado, Post esse que seria potenciado por uma broa de mel (para quem não sabe o que é eu explico, é uma coisa pequena e redonda, semelhante a uma bolacha gorda, feita a partir de restos de outros bolos, sim restos, nada que me preocupe já que os D’zrt também são feitos a partir dos restos de bandas pop e pelos vistos até lhes chamam de músicos e tal…).
Mas afinal sobre o que é este Post, pergunta aquela voz familiar no fundo do meu lóbulo esquerdo, ora bem, este Post é acerca de muita coisa (ora nem mais, explicação à ministro das finanças e afins).
Para actualizar ainda mais este Blog acrescento que não fiz nenhuma frequência devido a razões várias o que praticamente pôs os meus colhões na guilhotina e me vai obrigar a fazer um esforço herculiano para passar de ano…
Mas nem tudo são más notícias e como tal informo que depois de dividir por quatro o prémio do Euromilhões eu ganhei uns incríveis quatro euros e trinta e sete cêntimos, impressionante!...
Tirando as amigdalites a vida até que me correu bastante bem neste bocado de tempo, iniciei uma nova aventura e terminei-a da mesma maneira que tinha começado, depressa e com muita força, detalhes apenas prós mais chegados…
Tenho algumas coisas para resolver agora, principalmente no que diz respeito à faculdade mas deposito toda a minha confiança na pessoa em que tenho mais fé, este que subscreve.
Agora para a parte séria deste Post, no outro dia fui a um casamento, ui, que emoção, quase que urinava nas calças só de conter tanta alegria…
Alguém me pode explicar porque é que os casamentos duram tanto tempo, tipo, não era melhor o Padre ou agente do registo civil chegar lá e dizer algo do género, ora tu queres esta tipa e ela retribui o favor como tal comam-se com muito amor, a seguir o poveco todo que tinha aparecido (que é sempre muito pois quando há comida de graça o que não falta é Zés Portugas a empanturrar-se) dirigia-se às mesas de self-service para agarrar uma sandes de presunto e uma bejeca e fazia-se ao caminho dele…
Vamos ser realistas, o vestido da noiva nem sempre é tão fácil de tirar quanto isso, e para um noivo menos experiente pode demorar umas boas quatro horas até finalmente conseguir chegar “ao que interessa”, ou seja, se os noivos ainda querem consumar algo que já foi consumado uma centena de vezes no próprio dia do casamento têm de bazar por volta das cinco da tarde para ver se por volta das nove já estão a fazer “o amor”.
Mas isto não fica por aqui, em todos os casamentos à sempre o tio bêbado, a tia que quer brindar com todos e conta todas as histórias embaraçosas acerca da noiva quando esta ainda era novinha e aquela mesa muito especial, (em que somando o “qi” dos seis ou sete membros desta se consegue atingir uns “notáveis” oitenta e seis, oitenta e sete a forçar..) que faz questão de a cada vinte minutos partir uns copitos de tanto bater a pedir um beijo (quem diz copos, diz pratos, jarras de flores e até janelas caso algum se encontre de momento fora da mesa e perto de uma).
Eu, se fosse eu a casar era certinho, cada vez que alguém fizesse essa “brincadeira” levantava um cartaz com algo do género “Não há beijos a pedido, qualquer reclamação favor dirigir-se ao casamento mais próximo”.
Ora nem mais, mas isto não fica por aqui, não, há mais, muito mais…
Hora do flash, aquele momento fatídico em que o poveco acotovela para ser o primeiro a tirar uma foto com os noivos, para mim é mais uma obrigação do que uma vontade, nunca gostei de fotos em que as pessoas forçam os sorrisos e estão todos alinhadinhos, mais parece um fuzilamento que um casamento…
À medida que as horas passam o cansaço vai acumulando-se e o ruído aumentando mas apenas em algumas mesas, quais são estas mesas, bem, são as mesas “alegres”, em que todos estão demasiado alegres para se aguentarem em pé e como tal aproveitam o tempo para digerir a comida com mais um copito de brandy ou whisky (sim, porque a comida é que provoca a indigestão, os sete litros e meio de maduro tinto não tem nada a ver com isso).
Para mim o que realmente dá nível a um casamento é os três ou quatro quarentões de camisa aberta a mostrar a juba do peito, com o nariz muito vermelho e um discurso muito pausado mas sempre acompanhado por um sorriso demasiado rasgado para ser natural…
Outra cena que ganha destaque neste Post é a vestimenta de todos os que vão ao desfile de moda, oh desculpem! Ao casamento…
Eu como já seria de esperar estou a cagar para a opinião dos desconhecidos como tal não me sinto na obrigação de vestir um fato e usar uma gravata, caguei pra isso, prefiro estar o mais confortável possível e como tal umas calças de ganga, sapatilhas e um casaco servem bem o seu propósito, neste casamento foi o melhor, já que nem a barba desfiz e como tal algumas cabeças viraram na minha direcção, deve ter sido do meu avassalador sex appeal!
Uma cena que me preocupa é o facto de mais lá para a tardinha os noivos irem brindar com todas as mesas, ou seja um golosito ou dois por mesa se forem umas quinze mesas dá mais copo menos caneca um litrito e meio de champanhe, ora bem, para quem não sabe o efeito que o álcool tem num homem eu também não vou estar a explicar, mas digamos que não é só as mudanças que ficam difíceis de meter… quer isto dizer que a noite de núpcias fica em risco o que eu acho que é o mesmo que fazer uma festa de aniversário e não comer o bolo, ou será mais uma tarte?.. de pêssega, quer dizer, pêssego..
Bem acabando com as piadas sexuais e com o tema do casamento este Post aproxima-se também do fim, agora que entramos num novo ano, espero que todos o tenham feito com os dois pés porque isso de entrar só com o direito além de revelar uma posição politica é também perigoso porque um tipo pode desequilibrar-se e cair, partindo uma perna, a cana do nariz e o fémur da orelha esquerda…
Um grande abraço para todos, que o novo ano (já não é assim tão novo mas prontos…) vos corra da melhor maneira possível, se isso não acontecer azarito… é mais uma razão que têm para chegar ao próximo…
Tentem cumprir as resoluções de ano novo pelo menos durante os primeiros meses para não parecer muito mal…
Hasta meu bom povo, espero que no domingo passado todos tenham ido votar por minha vez pois é um dever e como tal vocês devem de o fazer… (eu como não pertenço a este planeta não me sinto na obrigação de seguir as suas regras)

My sound:
System Of A Down – lonely day

Prá mãe, pró pai, pró irmão, não sei se devo dedicar ao gato já que ainda não o vi este ano e pró velho do cão que cada vez mais parece um leão (em ponto pequeno claro…)